Mergulhadores registram imagens de placas tectônicas na Islândia

  • 27/03/2013
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  • Nes Canyon, um dos cânions formados entre as duas placas

    Nes Canyon, um dos cânions formados entre as duas placas

  • Alguns cânions, como o Silfra (foto), chegam a ter 60 metros de profundidade

    Alguns cânions, como o Silfra (foto), chegam a ter 60 metros de profundidade

  • O mergulhador mostra a distância entre a placa da América do Norte (esq.) e a placa da Eurásia (dir.)

    O mergulhador mostra a distância entre a placa da América do Norte (esq.) e a placa da Eurásia (dir.)

  • Um dos mergulhadores da expedição entra no cânion Silfra

    Um dos mergulhadores da expedição entra no cânion Silfra

  • Mustard também foi até Arnarnes Strytur, uma chaminé hidrotermal de onde a água é expulsa a 80°C

    Mustard também foi até Arnarnes Strytur, uma chaminé hidrotermal de onde a água é expulsa a 80°C

  • Um dos mergulhadores explora o cânion Nikulasargia

    Um dos mergulhadores explora o cânion Nikulasargia

  • A lava e o vapor quente na interseção entre as placas também provocou fraturas no fundo da Lagoa Azul (foto)

    A lava e o vapor quente na interseção entre as placas também provocou fraturas no fundo da Lagoa Azul (foto)

  • Mergulhador no cânion Nikulasargia e as placas tectônicas da América do Norte (esq.) e da Eurásia (dir.)

    Mergulhador no cânion Nikulasargia e as placas tectônicas da América do Norte (esq.) e da Eurásia (dir.)

O Fotógrafo Alexander Mustard e seus colegas registraram um mergulho entre as placas tectônicas da América do Norte e da Eurásia, o mergulho aconteceu no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia. Eles desceram cerca de 24 metros na fenda entre as placas, alguns cânions chegam a 60 metros de profundidade.

As placas tectônicas se distanciam cerca de 2,5 centímetros a cada ano.

Fonte: Folha
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