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Recifes de corais em Porto de Galinhas, são afetados por ecoturismo na região. | AQUABR
Notícias

Recifes de corais em Porto de Galinhas, são afetados por ecoturismo na região.

Segundo estudo da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), parte da fauna marinha de recifes vem sendo destruídas por causa do ecoturismo desenfreado.

  • Por: AQUABR
  • 16/08/2011
  • 2554 visualizações

Famosas por suas águas tépidas e cristalinas, Porto de Galinhas - PE é considerada um dos maiores pontos turísticos do Brasil. Tem em média, cerca de 1 milhão de turistas por ano e entre os passeios mais procurados estão: os passeios aos arrecifes e às piscinas naturais, que são formados de algas calcáreas, corais moles e duros e recobertos de rica vegetação, integram uma cadeia que se estende por três mil quilômetros da costa brasileira e que forma várias linhas nos estados de Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. A movimentação mais intensa ocorre em Ipojuca, a 64 km de Recife.

O grande número de turistas vem causando um grave dano aos recifes de corais, é o que aponta o estudo da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). O estudo que acaba de ser divulgado indicou diferenças significativas entre as áreas visitadas e as de exclusão. Os trechos de recifes onde o acesso é livre (7% do total) apresentaram redução de 55% na quantidade de animais que vivem em meio às algas, segundo a bióloga Visnu Sarmento, que estudou o tema durante o mestrado. Estes animais constituem importante fonte de alimentos para os peixes que vivem em ambiente recifal.

Visnu comparou tanto os trechos de caminhadas sobre os arrecifes quanto os corredores de passeios de jangadas, além de áreas percorridas e protegidas. Este estudo foi realizado no recife mais visitado pelos turistas, que está a cerca de 150 m da faixa de areia e com acesso muito fácil.

"Como os microcrustáceos vivem sobre as algas que recobrem os recifes, nosso trabalho avaliou o impacto do pisoteio na fauna e também nessa vegetação", conta.  "Além da redução no número de animais, constatamos que o pisoteio também reduziu em 52% a biomassa (quantidade) dessas algas".

Outro fator que afeta a fauna marinha de recifes é a intensa atividade de mergulho. Pesquisadores citam pelo menos 10 problemas provocados pelas jangadas e mergulhadores sobre os recifes, entre eles estão: a quebra de corais por nadadeiras, morte de corais pelo excesso de sedimentos em suspensão, ausência de biodiversidade marinha. Além também de vidros e metais depositados no fundo do mar e perdas provocadas por objetos ou lascas de madeira das embarcações. A própria movimentação de jangadas também pode trazer prejuízos: o ato de remar com a bulima (acessório de madeira para movimentar a jangada) danifica os recifes.

A secretaria de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente de Ipojuca já tem como maior preocupação, a exploração turística de Porto de Galinhas e a visitação de seus recifes.

Os pesquisadores sugeriram medidas preventivas que vem sendo postas em prática, como a proibição da venda de passeios na areia por pessoas não habitadas, não são permitidos também mergulhos na localidade conhecida como Boca da Barra, e os mergulhadores devem ser orientados para que não manuseiem os organismos marinhos. Eles devem ser acompanhados por profissionais habilitados que ajam, também, como educadores ambientais.
 

"A continuidade da exploração agressiva do turismo pode provocar a extinção de espécies nos recifes de Porto de Galinhas. A longo prazo, também pode levar a um desequilíbrio na cadeia alimentar da fauna local", afirma Visnu.
 
Os recifes danificados levam até 200 anos para se recuperarem totalmente.
 
Os pesquisadores da UFPE pisotearam por três dias uma faixa de recife protegida. Após três meses sem nenhum contato humano, o local apresentou os mesmos índices de quantidade de animais e espécies anteriores.
 
Para Visnu, o rodízio dos passeios em diferentes pontos dos recifes é uma medida simples para amenizar o impacto do turismo.

 

Fonte: Pernambuco.com
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